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Rafa, nossa princesinha, vem falando sobre ESPORTES RADICAIS!

Elas estão surfando muito mais e muito  melhor – mas, diferentemente do que costumava acontecer, perderam o medo de ser julgadas pela beleza. Aqui, oito nomes de mulheres que encantam não só pela performance, mas por assumir a feminilidade. E deixam os caras  de boca aberta.

Não é de hoje que as mulheres surfam. Engana-se quem pensa que os line-ups mundo afora eram, até pouco tempo, um domínio exclusivo do sexo masculino. Muito pelo contrário, a primeira surfista brasileira, por exemplo, foi a santista Margot Rittscher – que há quase 80 anos, lá em 1936, já descia ondas no litoral paulista ao lado de seu irmão mais novo, Thomas. Desde então, meninas e mulheres têm remado para o outside e se deliciado com o “esporte dos Deuses”.

No cenário competitivo, entretanto, a história é diferente. O ambiente de disputa e bravata não combinava com a leveza e alegria que sempre caracterizou o surf feminino. Por isso mesmo, aquelas que escolheram o caminho da competição tiveram que quebrar barreiras comportamentais. Suprimiram aquilo que as diferenciava dos homens – sensibilidade, camaradagem e feminilidade – para mostrar que também podiam fazer bonito na arena profissional. O surf feminino parecia querer provar seu valor emulando os homens – dentro e fora d’água.